Está neste momento a debitar uma postas de bacalhau rançoso na SIC o ALEXANDRE SOARES DOS SANTOS. Sinto nojo desse gajo.
Esse mentiroso, esse cínico, teve agora lata de dizer que a abertura das suas cadeias de exploração e aquela vergonhosa GOLPADA dos 50% foi a pensar:
1º Nos trabalhadores.
2º Nos produtores.
3º Nos consumidores.
4º Na crise do país.
Que até adianta dinheiro aos fornecedores.
Que não sabia do dia da promoção, embora tivesse conhecimento de que iria ser feita essa promoção, só não sabendo o dia.
É claro que essa nódoa que é o JOSÉ GOMES FERERIRA nem sequer lhe perguntou o óbvio:
1º Porque é que não teve esse altruísmo e patriotismo todos quando resolveu mudar a sede do seu coglomerado para a Holanda para fugir aos impostos?
2º Porque é que todos os fornecedores se queixam que paga a 60, 90 ou mais dias e preços miseráveis aos fornecedores, muitos dos quais leva à falência por abuso de posição dominante?
3º Porque é que os fornecedores se queixaram de que forma contactados para participarem na baixa do preço de venda ao público dessa promoção?
4º Porque é que ele, que tudo manda dentro dessa cadeia, não sabia que A GOLPADA ia ser dada no 1º de Maio, se é óbvio que isso iria trazer grande repercussão política, nomeadamente com a ministra dita da agricultura ( uma ignorante que não sabe distinguir uma alface dum chaparro, e muito menos se uma batata se planta ou semeia) que nem que fosse por fazer de conta tinha de deitar a sua posta de bacalhau rançoso sobre o assunto?
Um coisa é certa: essa coisa a quem se pagam ordenados principescos que é uma tal ALTA AUTORIDADE PARA A COMUNICAÇÃO SOCIAL vai continuar muda por esta publicidade escandalosa e encapotada feita pela SIC ao Pingo Doce.
António Ferro, o criador do mito de Salazar, não deixava de falar em privado da ignorância cultural enorme do mito que criara.
E, pensando nisso, não podemos hoje deixar de fazer o paralelismo entre Salazar e Cavaco. Cavaco, findo este seu mandato, quase atingirá o tempo de permanência de Salazar na ribalta do poder, 36 longos anos, de1980 a2016. Aignorância de Salazar em tudo o que era cultura tem o seu equivalente em idêntica ignorância de Cavaco. O cinismo de Salazar é o cinismo de Cavaco. O Portugal de súbditos que Salazar criou é o mesmo que Cavaco, um chefe de fação política, pretende. A coesão social que Salazar construiu é a mesma coesão social que Cavaco e a sua fação estão a tentar instalar: a abulia cívica ou, em termos simples, o carneirismo social.
Salazar implantou esse carneirismo social pelo medo da violência repressiva e pela censura. Cavaco e o seu governo pretendem implantar o carneirismo social através do medo da miséria e de controle apertado de uma comunicação social que lhe é subserviente.
Ainda há um ano, com um chefe de governo que não era da sua fação, Cavaco perorava contra os inaceitáveis sacrifícios que estavam a ser exigidos aos portugueses. Agora que, contra tudo o que foi prometido nas eleições, os sacrifícios infligidos pelo governo de Cavaco são muito maiores do que os que então estavam a ser exigidos por Sócrates, Cavaco, com o seu habitual cinismo, perora sobre a exemplar coesão social do nosso país.
Mas que coesão social existe quando uma parte substancial da riqueza nacional é transferida das classes médias e baixas para as classes mais altas por intermédio do seu governo? Que coesão social existe quando a injustiça e a miséria aumentam? Que coesão social existe quando a mentira, o logro e o cinismo campeiam em quem exerce o poder, em total desprezo pelos portugueses?
Mas este 25 de Abril de 2012 mostrou que o carneirismo social dos portugueses não é um dado adquirido como pensam Cavaco e a sua fação. Os militares que conquistaram a liberdade para Portugal em Abril de 1974, através de um golpe que, como bem referiu o economista e historiador americano Samuel Huntington, foi o primeiro na História que foi levado a cabo para entregar o poder aos civis e construir uma democracia, esses militares de Abril que cumpriram a sua palavra, defendendo a democracia e entregando o poder ao povo, esses mesmos militares que se recusaram a aproveitar do poder, que recusaram a mentira e o cinismo, tiveram agora a coragem cívica de recusarem a mentira e o cinismo do poder instalado sob o domínio de Cavaco Silva colaborando com ele nessa farsa que foram as comemorações oficiais do 25 de Abril, levadas a cabo por quem está apostado em destruir tudo o que representa o 25 de Abril.
E aqui, no Porto, uma manifestação como há muito não se via nesta cidade, ousou contrariar a ocupação da escola da Fontinha por parte do barão do poder cavaquista que é Rui Rio que, ao longo de anos, foi incapaz de fazer com que essa escola deixasse de ser uma casa para prostitutas e drogados, e expulsou dela violentamente aqueles que lhe conseguiram dar uma dimensão educacional e cívica ultrapassando a incapacidade da Câmara que dirige, fazendo-o exemplarmente e de modo totalmente desinteressado.
Afinal Cavaco e a sua fação estão enganados: aquilo que eles apelidam de coesão social e não é mais que carneirismo social, não está generalizado. As sementes da revolta começam a ser espalhadas na terra portuguesa.

Grande entrevista do coronel Rodrigo de Sousa e Castro à SIC.Um dos obreiros do 25 de Abril, deu-nos uma lição de lucidez e esperança. Os capitães de Abril foram vilipendiados, marginalizados nas forças armadas e na sociedade. Mas atenção: continuam vivos e querem um Portugal onde LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE não sejam palavras vãs. Sei que Portugal continua a poder contar com o seu grande amor à justiça e à dignidade de todos os portugueses.E continua a precisar de Rodrigo Sousa e Castro, Vasco Lourenço e tantos outros que conquistaram para Portual a Liberdade em Abril e Novembro.
Um triplo abraço fraternal, Rodrigo Sousa e Castro!
Que venha um novo 25 de Abril com a espada da justiça como arma!
O Antóno Nogueira Leite, um gajo que acumula tachos em todo o lugar onde há dinheiro, agora em comissão de serviço dos Mellos na Caixa Geral de Depósitos, além duma postura intelectualmente arrogante assume uma postura de comportamento moral irrepreensísel, um tipo muito pio, senão de comunhão pelo menos de oração diária, com frequentes deslocações a Fátima.
Esse gajo tão irrepreensível tem um pé no GUPO MELLO e outro na Caixa Geral de Depósitos.
O que faz a Caixa agora que lhe foram emprestados milhões pelo Banco Central Europeu a 1%? Empresta-o aos Mello para estes aplicarem numa OPA sobre a BRISA.
Em vez de lançar dinheiro na economia emprestando-o às empresas para a criação de riqueza e postos de trabalho, a 5 ou 6%, a CAIXA empresta o que pediu ao BCE para negociatas.
Tudo pela liberal mão invisível do pio Nogueira Leite.
É claro que a culpa de tudo isto é, segundo este gajo e o lixo liberal, do governo Sócrates.
A imolação de um idoso é um libelo acusatório contra os corruptos e incompetentes governantes do PASOK e da NOVA DEMOCRACIA, e contra os seus corruptores, os imperialistas alemães.
Mas esta tragédia é também uma acusação aos partidos da esquerda grega, incapazes de oferecerem uma alternativa forte, começando por se unir.
A acusação é plenamente válida para Portugal pois o BE e o PC são seitas religiosas e não partidos políticos, e por isso são incapazes de se unir.
As convições de seita, ISTO É, O SEU PRÓPRIO UMBIGO, são mais importantes do que o sofrimento daqueles que dizem defender.
A CULPA DAQUELA MORTE TAMBÉM ESTÁ NO BE e no PC GREGOS.
A culpa do que está e irá acontecer em Portugal não é só da troika PS/PSD/CDS, é também da dupla PC e BE.
(parte final)
Deus e Belzebu são um só
A cintilar sobre as cúpulas.
Com eles estão a onça o leão e a loba
Mas também as máquinas de devastar
Que serão aniquiladas depois
De estropiadas dobradas amassadas sobre si
Até suspirarem pela sombra
Até enlouquecerem.
E os poderosos sentindo-se inexpugnáveis
Nas sua cidades de aço
Na sua carne de bronze brilhante
Nos seus obeliscos de ónix
Fazendo sexo com os céus
Capazes de engolir as brasas
Com as suas portas ávidas
Com as suas bocas centro de furacões
Também eles sucumbirão
Com os mares e os meteoros
A erva verde as forragens os manjares insípidos
E as gemas dos dedos
Porque eles são o eco de um uivo e não o sabem
Porque eles são de nada e não o sabem.
Desesperados hão-de deitar o fogo à floresta dos homens
Lançar glaciares contra as labaredas
Mas restar-lhes-ão as cinzas a soluçar na noite
Uma paródia selvagem de negro e negro
Que o Nada lhes saberá explicar.
A todos o incêndio de tudo
Até dos átomos ferozes
Que eternamente se pensaram a devorar
A estrada de leite dos céus
Até os átomos serão traçados
Pelo gládio do Nada sagrado
Até os deuses dez vezes serão cortados
Pela foice em fúria do ceifeiro do tempo.
(artigo publicado no GRANDE PORTO de hoje)
Somos governados por aprendizes de feiticeiro, que estão apostados em transformar o ferro em ouro e, para isso, não hesitam em transformar os homens em homúnculos.
Mas, como no poema de Goethe e na música de Paul Dukas, estes aprendizes de feiticeiro só conseguem espalhar a desordem e a desgraça.
Um exemplo, e transcrevemos dados do sítio da net Economia e Finanças:
“Ao segundo mês do ano as contas da Síntese de Execução Orçamental (escolher março de 2012) indiciam que as coisas podem estar a correr muito mal…
“(…) O valor provisório do défice do Estado até fevereiro de 2012 situou-se em 799 milhões de euros, que compara com um défice de 274 milhões de euros em igual período do ano anterior.
A receita efetiva registou um decréscimo de 4,3%...
A despesa efetiva cresceu 3,5…
E isto continuará, até que alguém pegue na vassoura do poema e os varra. O que não é fácil: os aprendizes de feiticeiro são artistas da basófia e da mentira.
Por exemplo: o artista que desempenha também das funções de ministro e dá pelo nome de Relvas, referindo-se à contestação da lei que aí vem sobre as freguesias, falou dos que a contestam como sendo os que espalham o medo.
Deveria estar a referir-se a si próprio e aos seus companheiros de governo, com toda a certeza. Esses sim, sabem como espalhar o medo, senão o terror nas relações sociais e empresariais. O desemprego, a precarização do trabalho, a redução dos salários, o empobrecimento das classes médias, tudo instrumentos de terror social, são a sua especialidade, sendo certo que são ignorantes em tudo menos no cinismo, na maldade e nas táticas de terror social.
Tentam convencer-nos que s e empresariais. O desemprego, a precarização do trabalho, a redução dos salários, o emprobrecimento das classes médias, tudo instrumentos de terror social, são a sua especialidade, sendo certo que são ignorantes em tudo menos no cinismo, na maldade e nessas táticas de terror.
Tentam convencer-nos que extinguir freguesias que representam um milésimo da nossa despesa é um ato de coragem.
Mas não, é uma ação de propaganda que Goebels não desdenharia.
Coragem seria enfrentar a rapina das parcerias público/privadas, do monopólio da EDP e do oligopólio dos combustíveis e da distribuição, que sufocam o crescimento da economia e depauperizam as classes médias e baixas.
Coragem seria enfrentar, no exterior, o imperialismo alemão que corrompe o sul da Europa com a venda de armas, vai buscar dinheiro quase dado ao BCE, e vende-o a preço elevado aos governos dos desgraçados PIGS para estes lhe pagarem a corrupção no negócio das armas, e ainda por cima os insulta e humilha.
Mas, quanto a isso, mostram-se o Relvas e seus amigos de governo mais submissos que rafeirinhos.extinguir freguesias que representam um milésimo da despesa do Estado, mas cuja existência representa muito para as suas populações, particularmente para as populações do interior a morrer pela desertificação progressiva, é um ato de coragem.
Mas não, é uma simples ação de propaganda de artistas aprendizes de feiticeiro.
Coragem seria enfrentar a rapina das parcerias público/privadas, o monopólio da EDP, Coragem seria enfrentar a rapina das parcerias público/privadas, do monopólio da EDP e do oligopólio dos combustíveis e da distribuição, que sufocam o crescimento da economia e depauperizam as classes médias e baixas.
Coragem seria enfrentar, no exterior, o imperialismo alemão que corrompe o sul da Europa com a venda de armas, vai buscar dinheiro quase dado ao BCE, e vende-o a preço elevado aos governos dos desgraçados PIGS para estes lhe pagarem a corrupção no negócio das armas, e ainda por cima os insulta e humilha.
Mas, quanto a isso, mostram-se o Relvas e seus amigos de governo mais submissos que rafeirinhos.o oligopólio dos combustíveis e da grande distribuição, a negociata da Lusoponte e outras que sufocam o crescimento da economia e depauperizam as classes médias e baixas.
Coragem seria enfrentar no exterior o imperialismo alemão que corrompe o sul da Europa com a venda de armas, vai buscar dinheiro quase dado ao BCE e vende-o a preços especulativos aos governos dos desgraçados PIGS para que estes lhe paguem a dívida resultante da corrupção no negócio das armas e, ainda por cima, os insulta e humilha.
Mas, quanto a isso, mostram-se o Relvas e os aprendizes de feiticeiro do governo mais submissos que rafeirinhos.
Sou um mercador
De tudo
E de sonhos.
Compro e vendo sonhos
Belos e inúteis
Pedrinhas
Pedacinhos se ossos
Que o mar despedaçou.
Vendo o ouro das estrelas
Perdidas em volta
Até a água
Que a terra tragou.
E choro ao vender a tristeza que comprei
E a criança e o sonho que sempre serei.